sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Fique atento e não caia em golpes!!! Cooperativas e assistencia veicular não é Seguro: Cooperativa de proteção veicular fecha loja sem prévio aviso e deixa clientes na mão



Prejuízos no Rio e SP, com vários clientes ficando "sem pai, nem mãe" e com prejuízos financeiros. A cooperativa Total Azul quee tinha loja em Vila Valqueire, zona norte do Rio, fechou as portas e muitos ficaram sem receber valores de todo tipo. Sinistros e quitação de carnês foram "esquecidos" pela empresa, com clientes esperando meses por uma solução, que até agora não veio. No último sábado (21), alguns clientes lesados do Rio se juntaram e fizeram Registro de Ocorrência na 30ª DP (Marechal Hermes). Para piorar, a cooperativa não existe fisicamente, o que impede de acionar os proprietários. "Eu e meu marido estamos a procura da empresa Total Azul, cujo os responsáveis por essa cooperativa de proteção veicular são o Sr. Edimilsom Viegas e Gilzete Viegas. Eles sumiram, ninguém consegue uma resposta dessa empresa. Pessoas que tiveram seus veículos roubados a meses estão desesperados e passando por turbulências financeiras por conta disso. No caso do meu marido que trabalhava com o carro também", afirmou a professora Jacqueline Fagundes Bispo, 33 anos, ex-companheira de William Cândido Gomes, que era motorista de aplicativo e sem o carro está desempregado. 

Segundo esse casal, em julho colocaram o carro na oficina indicada pela "seguradora" após o pagamento da franquia e aguardaram o mecânico avisar quando o serviço estivesse pronto. Foi quando começaram as surpresas negativas. "O mecânico nos ligou e disse que não fez nem a metade do serviço, pois a Total Azul não o pagava. Que a dívida deles com ele estava enorme. Foi quando começamos a procurá-los e desde daí só promessas falsas. Ninguém consegue um contato físico, só atendem por WhatsApp e de São Paulo ainda por cima", finalizou Jaqueline.

Um grupo de clientes prejudicados se reuniram, criaram um grupo de bate-papo na internet e estão se juntando para mais ações contra a empresa. A lista dos lesados é grande. Confiram nomes, valores e tempo que estão aguardando receber os valores devidos.

- Janine Teixeira do Monte Rodrigues
Valor: 28 mil
Tempo: 1 ano e 4 meses
Realengo-Rj

- Pedro Henrique Pensabem Brasileiro
Valor: 25 mil (ainda estão com a moto dele)
Tempo: 9 meses
Honório Gurgel-Rj

- Igor Leandro Moreira do Carmo
Valor: 30.930,00
Tempo: 3 meses
Bento Ribeiro-Rj

- Amanda Tavares Cabral Alencar Rodrigues
Valor: 31.419,00
Tempo: 5 meses
Anchieta-Rj

- Sérgio Augusto de Souza Meirelles dos Santos
Valor: 37.800,00
São Paulo

- William Cândido Gomes
Valor: 7 mil
Tempo: 4 meses
Penha-Rj

- Fábio Amorim Andrade Caetano
Valor: 22.824,78
Tempo: 10 meses
Cotia-Sp

- Rodrigo Tavares Mohamed
Valor: 9.000
Tempo: 10 meses

- Joenilson bispo de Oliveira
Carro roubado 23 de janeiro 2019
Bairro Bangu
Carro financiado / nome sujo
Prejuízo de Mais de 35.000

Os valores altos são pessoas que foram roubadas e a Total Azul não quitou. Em alguns casos, houve a promessa de pagar o carnê com as parcelas que faltavam, mas nada foi feito. Sem um site oficial ou assessoria de imprensa, nossa reportagem buscou contato da Total Azul através de um número de WhatsApp. Quem nos respondeu em nome da cooperativa foi uma pessoa que se chama Igor, após afirmar não ter conseguido contato com os responsáveis da empresa.

Na última terça-feira (24), a resposta da empresa, na íntegra, foi a seguinte:

"Vou te responder aqui pois não estou conseguindo contato com meus superiores. A empresa realmente está passando por um momento muito complicado, onde houve uma separação de sócios, onde toda e qualquer responsabilidade financeira ficou apenas com um dos sócios. Quando na verdade todas as pendências deveriam ser resolvidas pelos dois. O sócio que se desligou, abriu uma outra empresa, e teve acesso ao nosso banco de dados enviando informações falsas para todos os nossos associados, dizendo que a Total Azul havia falido, e com isso essa tal empresa estaria migrando toda carteira de clientes para ela. A sócia abriu uma (outra) empresa e com isso enganando nossos associados falando sobre a tal migração. Devido a migração tivemos uma baixa muito grande na nossa área financeira, e com isso nos dificultando a finalizar todos as nossas pendências financeiras. Temos a ciência que precisamos solucionar esse problema. Já estamos com advogados tratando desse assunto para que seja solucionado o mais rápido possível. Sim, temos ciência que há varios boletins de ocorrências sendo feitos, e estão passando tudo para nossos advogados, pois a responsabilidade deve ser de ambos os sócios. Já foi aberto boletim de ocorrência contra a outra parte, e estamos tentando solucionar esse problema o mais rápido possível". 

Então, em resposta, enviamos mensagem com a relação de todos os casos dos clientes lesados e a resposta para cada caso. A posição da empresa pelo mesmo número de WhatsApp foi que passaria "para o setor responsável, e já te enviaria uma resposta". Até a publicação dessa reportagem, mais de 48h depois ~do questionamento, não obtivemos nenhuma informação.

O número de clientes lesados só aumenta e o grupo de bate-papo na internet também. Após nossa reportagem procurar a Total Azul, alguns clientes receberam a seguinte mensagem da empresa. "Prezado associado, temos ciência que a Total Azul está sendo acusada de crime de estelionato e formação de quadrilha. Diante disso, estamos enviando uma nota para explicar que estamos sofrendo golpes de nossa ex-diretora financeira, Gilzete Viegas, que está divulgando informações falsas e negativas da associação que é sócia Medidas já foram tomadas, e estamos aguardando para que a Sra. Gilzete arque, inclusive, com os valores que, de forma ilegal, desviou da associação causando prejuízos nas indenizações".

A reportagem tentou contato com Gilzete Souza Viegas, mas não conseguiu. Antes de deletar a rede social, ela postou um pedido de desculpas pois estaria "sofrendo há alguns meses ataques e acusações nas redes sociais por conta do ex-marido que, infelizmente, está dando golpe na praça através de uma empresa em que trabalhávamos juntos quando éramos casados".

O ex-marido, Edmilson Viega da Silva, que consta como único proprietário (e presidente) da empresa Azul - Associação de Proteção Veicular na Receita Federal, também não foi encontrado para se manifestar. Alguns cliente fizeram contato com a advogada dele e receberam a resposta que por enquanto "não tem nenhum processo judicial (...), logo, tem que ver no setor de eventos". O cliente então questionou se a advogada saberia o endereço físico da Azul Total, mas não obteve nenhuma resposta.

Segundo o delegado Allan Luxardo, titular da 30ª DP (Marechal Hermes), outras pessoas estão fazendo registros em mais delegacias e as investigações estão em andamento para localizar os proprietários a prestarem os devidos esclarecimentos.

NOTA DA REDAÇÃO: Matéria atualizada às 19:20h para ajuste e alteração do termo "seguradora". Na verdade, o uso do termo foi apenas para expressar o tipo de serviço oferecido e não a qualificação exata da empresa, que na verdade é uma cooperativa.

A fim de esclarecer o uso do termo, remetemos a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), um órgão governamental, que explica que "a única forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras devidamente autorizadas pela SUSEP, passando a representar seus associados e cooperados como legítimos segurados".

Contudo, a SUSEP dá as seguintes recomendações:

Algumas associações e cooperativas estão comercializando ilegalmente seguros de automóveis com o nome, por exemplo, de "proteção", "proteção veicular", "proteção patrimonial", dentre outros.Como essas associações e cooperativas não estão autorizadas pela SUSEP a comercializar seguros, não há qualquer tipo de acompanhamento técnico de suas operações.

A única forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras devidamente autorizadas pela SUSEP, passando a representar seus associados e cooperados como legítimos segurados.

Portanto, antes de contratar um seguro, consulte o nome da sociedade seguradora no sítio eletrônico da SUSEP e leia as condições gerais do contrato de seguro.


Não caia em golpes, seguro só com corretor de seguros, temos sempre uma solução de seguro que cabe no seu bolso,
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domingo, 7 de janeiro de 2018

Previdência Infantil -O futuro de seu filho será o resultado de seu investimento no presente.

Quem tem filhos sabe: a partir do momento que aquela vida começa a depender de você, sua maior preocupação é com sua felicidade.
Hoje em dia, realizar os sonhos deles está cada vez mais difícil, com escolas e faculdades caras e tantas opções diferentes a ser seguidas. É por isso que apresentamos um produto para devolver as noites de sono a todos os pais que se importam com essa questão.
O Previdência Infantil foi pensado para tranquilizar você a respeito de tudo que se relaciona ao futuro dos seus filhos: a escolha da faculdade, da profissão e de tudo que influenciará no sucesso deles a longo prazo.
Se você está pensando em fazer uma poupança para isso, compare e comprove que um plano de previdência é muito mais vantajoso. São diversos benefícios: para começar, desconto de até 12% da renda bruta anual no Imposto de Renda, para planos PGBL Futuro Garantido.
Quer mais? Oferecemos descontos especiais para utilizar com seu filho: livrarias, lojas de brinquedo, teatro, acampamentos, cursos de idioma e muitos outros que podem ajudar seu filho a ter mais lazer e cultura sempre.
Além disso, ele vai poder contar também com a facilidade da escola online. É uma assistência 24 horas que ajuda seu filho em questões de aprendizado. Assim, o rendimento escolar dele vai estar sempre no mais alto nível.
As crianças crescem muito rápido. Por isso, comece a garantir o futuro dos seus filhos o quanto antes. A previdência privada é uma escolha que pode mudar o futuro do seu filho(a)(s), afilhado(a)(s), sobrinho(a)(s), neto(a) (s).

sábado, 15 de julho de 2017

Saiba quais são as 5 motos mais roubadas


Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em setembro de 2015, uma fatia de 17,7% da frota de veículos da região Sudeste é composta por motos. É muita motocicletarodando por aí, não é mesmo? E, com a grande violência dos centros urbanos, é alto também o número de roubos desses veículos. Confira, no post de hoje, quais são as motos mais roubadas!

O roubo de veículos no país


De acordo com levantamentos que averíguam os furtos e os roubos de veículos, houve, na região Sudeste, um aumento significativo nas ações criminosas em relação ao ano passado. Dados da Superintendência de Seguros Privados mostram que, na Grande São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, o índice de roubos e furtos subiu 16,5%, 15,3% e 3,2%, respectivamente.
Em relação às motocicletas, o índice de roubos foi o maior no país no primeiro semestre de 2014. De acordo com o Denatran, as motos representavam 22,2% do total da frota de veículos brasileiros. Dessas motos, 5.232 foram roubadas entre janeiro e junho de 2014.
Esse alto índice acontece devido a grande facilidade que os assaltantes têm em tomarem para si estes veículos, posteriormente desmontando-os e vendendo as suas peças, como na maioria dos casos.

As cinco motos mais roubadas

Na cidade de São Paulo, foi feito um levantamento, no primeiro semestre de 2014, acerca das ocorrências de roubos de motos. Nesta pesquisa, há uma lista com os cinco modelos motosmais roubadas:



Yamaha YS 250cc Fazer






Honda CG 150cc











Honda CB 300R












Honda XRE 300cc









Honda CG 125cc.







Esse levantamento demonstra que, na cidade de São Paulo, as motos mais roubadas são aquelas que possuem menos cilindradas, por serem mais comuns e fáceis de desmontar.
A mesma situação ocorre em outra pesquisa realizada em nível nacional pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros, na qual a moto mais roubada é a Honda CG 125cc — sendo essa também a moto mais vendida no Brasil.

A importância do seguro


É perceptível o quanto as motos são visadas por ladrões não apenas no território nacional como um todo, como também na região sudeste. A solução para este problema torna-se, obviamente,segurar esses veículos.

Os modelos de motos mais roubadas costumam ter, em grande parte das Seguradoras, um valor de apólice maior por causa do grande interesse dos criminosos.
Nem por isso, deve se encarar o alto índice de roubos para um modelo específico de moto como um problema na hora de fazer seu seguro e deixá-lo sem cobertura correndo um risco de umprejuízo maior.

Hoje no mercado de seguros existem 
Seguradoras que oferecem coberturas parciais para Furto e Roubo. Optar por este tipo de proteção pode ser também, uma ótima escolha para o seu veículo, já que estas Seguradoras específicas, possuem um valor de adesão bem maisacessível, oferecendo á você garantias de proteção para o que é essencial.
Vale lembrar, mesmo sendo as motos mais roubadas, não significa que os proprietários terão prejuízo eterno. Uma vez que esses veículos têm seguro, a infelicidade de ser roubado ou furtado será apenas momentânea, já que esta é uma situação totalmente coberta pelasSeguradoras.
Agora que você já sabe quais são as cinco motos mais roubadas, conte para a gente:
Você é proprietário de algum desses modelos? O que faz para proteger o seu veículo? Pensa em adquirir outro tipo de motocicleta? Se esta sem cobertura, não é melhor contratar uma proteção? Deixe um comentário! ou   Solicite um Orçamento, por e-mail celular ou pelo whatsapp 

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fonte: http://blog.suhaiseguradora.com/saiba-quais-s%C3%A3o-as-5-motos-mais-roubadas




Carros que são menos visados pelos ladrões


Na hora de comprar um carro, você provavelmente escolhe primeiro o modelo que mais te agrada, certo? As opções são inúmeras e variam desde a cor, o modelo e a marca e tamanho.
Com toda a violência acometendo os centros urbanos, também é preciso ainda escolher um automóvel de acordo com a segurança. O motorista pode e deve analisar o tipo de carro menos visado pelos ladrões. Acredite, é isso mesmo.
Alguns levantamentos apontaram quais os tipos de carros que interessam menos aos bandidos.
Assim, como um cliente interessado em adquirir um automóvel escolhe seu veículo já pensando na facilidade de revenda, os ladrões também visam roubar automóveis que serão mais facilmente repassados por terem uma maior procura pelos receptadores.
Quando alguém tem seu carro furtado em um estacionamento com centenas de outros automóveis e muitos até mais acessíveis, é comum ficar se perguntando o porquê de ter sido a vítima da vez.
A resposta da polícia é que o bandido visa os automóveis que darão mais trabalho para serem localizados pela polícia, mas também ficam de olho naqueles que lhes serão úteis para algum outro crime.
Veja agora algumas características que tornam um veículo desinteressante para os ladrões e, que, por isso, são menos visados.

Menos populares


Como o objetivo do ladrão é repassar o carro roubado adiante ou tirar peças para vender, os carros menos populares são menos visados por essa razão. Muitas vezes também o roubo é sob encomenda, logo tem que ser um modelo específico que raramente vai estar entre os menos vendidos.

Mais básicos

Os carros sem acessórios possuem um valor menor de revenda, pois não chamam muito a atenção dos bandidos, que optam pelos mais equipados por causa do lucro que serve tanto com o repasse do automóvel, quanto para o desmonte por causa de todas as peças extras que vai ter para revender.

Rodas comuns

Segundo a polícia, o principal item de um veículo para os ladrões são as rodas. Às vezes só elas são levadas. A razão para isso é que esse item é bem fácil de ser revendido, os receptadores estão por toda parte interessados em adquirir rodas seminovas e com clientes à espera. Logo, se são rodas comuns fica fora do interesse do bandido.

Travas manuais

O ladrão tem pressa e quer facilidade, quando o carro tem trava manual, ele é descartado pela dificuldade para ser levado

Sem acessórios externos

Acessórios externos chamam mais atenção por serem um alvo fácil e vendável no mercado negro. Então, se seu carro é mais básico, sem esses itens como estepe externo e estribos, por exemplo, o risco de ser levado é menor, principalmente se o ladrão tiver outra opção mais valiosa. 

Som de fábrica

Esse tipo de som não é interessante para ser levado porque é mais difícil de ser repassado.

Insulfilm

Esse item dificulta a visão do interior do veículo e o ladrão se desinteressa por não querer se arriscar por nada.

Importados ou de alto valor

Os carros muito caros não são muito requisitados para roubos por dois motivos básicos: primeiro, porque são muito visados e o ladrão corre o risco de chamar a atenção ao dirigir um veículo importado. Depois por todo o sistema de segurança que esse tipo de carro possui, aumentando muito o grau de dificuldade de executar o furto e diminuindo as chances de fuga.

Além do que, dificilmente modelos importados e muito caros encontram espaço para uma venda ilegal.

Cores mais chamativas

Como fica mais fácil de se identificar uma cor colorida, não é interessante ser roubado.

Picapes e SUVs movidos a gasolina

As Picapes e SUVs são menos visados por que são movidos a gasolina e não diesel.

Na hora de fazer um seguro auto, vai ser levado em conta a visibilidade do carro para os ladrões e carros com itens, como acessórios, rodas chamativas e populares possuem o seguro mais caro.


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Seguro Suhai

O seguro da Suhai é uma excelente alternativa para proteção contra furto e roubo de veículos (carros e motos), principalmente dos mais visados. A seguradora facilita o contrato oferecendo até 80% de economia em relação ao seguro completo e um perfil simplificado, facilitando a contratação. Procure um corretor e faça uma cotação sem compromisso da Suhai!

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

97% dos proprietários de motos não possuem seguro no Brasil

O número de motos rodando pelas estradas em todo o país vem aumentando dia a dia. Atualmente são mais de 18 milhões e os motivos são simples: é um veículo mais barato inclusive para manutenção; mais economia na hora de abastecer; facilita muito o deslocamento, principalmente nas cidades grandes onde o trânsito é caótico, mas também é muito útil em cidades interioranas e tem sido ferramenta de trabalho para muitos setores da economia.
É interessante apontar que, apesar de tantos motociclistas rodando por aí seja para ir ao trabalho e à escola, seja para lazer ou mesmo como profissão, a moto é o meio transporte mais perigoso e, ao contrário do que se possa pensar, a grande maioria não faz seguro e muitos sequer pagam o DPVAT, que é o seguro obrigatório.
Fazer seguro é a garantia de evitar aborrecimentos em casos de acidentes, roubos e furtos. O condutor tem, pelo menos os danos materiais compensados, o que já é muito pensando no lado dos custos com consertos, trocas de peças além dos gastos com uma vítima de acidente.
Saiba porque 97% dos proprietários de motos não possuem seguro no Brasil:

Preço alto


Fazer um seguro de moto não custa pouco. Geralmente sai bem mais caro que um seguro para automóvel. O valor do seguro costuma ser maior que o de possíveis consertos e, dependendo do modelo e do perfil do proprietário, sai mais barato comprar uma motocicleta nova.

Seguradora que não aceita motos

Muitas são as seguradoras que não aceitam contrato com motos.Existe a política de aceitação de risco onde é estabelecido que motos com menos de 250 cilindradas não podem ser seguradas. É preciso procurar muito e negociar bem quando encontrar uma seguradora disposta a fechar negócio e, para isso você precisa andar bastante e saber o que exatamente quer.

Motos usadas para fins comerciais

As motos usadas para prestação de serviço, como entregador, mototáxi, Office boy, custam ainda mais caro para o motoqueiro por causa da finalidade. Nesse caso, usa-se bem mais, correndo maiores riscos tanto de acidentes como de ser roubada. Também são mais visadas pelos bandidos pela facilidade de levá-las.
Sabe-se que existem por volta de 15 milhões de motos que estão rodando em todo o Brasil. dessas, 97% não possuem seguro. Estudos apontam que somente na região sudeste são aproximadamente 6 milhões de motos, sendo 1,5 milhão acima de 250 cilindradas. Esses modelos acima das 250 cc são as motos que são aceitas pelas seguradoras que aceitam trabalhar com esse veículo.
Sendo assim, os motivos que fazem esse 1,5 milhão de motoqueiros não buscarem um seguro para seus bens são mesmo o alto valor que não compensa o custo/benefício e a dificuldade em encontrar uma empresa que cubra a moto.

Seguro Suhai como alternativa

Se você tem uma moto e está pensando em permanecer com ela, visando mais tranquilidade; uma opção é a Suhai Seguradora. O motivo é simples: a Suhai tem como foco clientes que não são aceitos por outras seguradoras oferecendo seguros de acordo com sua necessidade e poder aquisitivo, sendo uma boa opção para donos de motos.
Esse é o seguro alternativo que cobre furto e roubo e oferece assistência técnica permanente, podendo contar com serviços como reboque, mecânico e chaveiro, sem restrição de perfil. Tudo isso pode custar ao segurado até 80% menos que as seguradoras tradicionais.
Logo vale a pena conferir essas e outras vantagens conhecendo a Suhai e tudo o que a empresa tem a te oferecer promovendo satisfação e serviço de qualidade por preço que cabem em qualquer bolso. Afinal, tranquilidade e segurança não tem preço.
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Acidente de trânsito por embriaguez gera não pagamento de indenização da seguradora

Companhia de seguros não é obrigada a pagar o reembolso caso o condutor esteja embriagado


Já não é de hoje que os brasileiros são alertados sobre o paradoxo entre álcool e direção. Quem nunca ouviu a frase “Se beber não dirija”? Mesmo com as constantes orientações, alguns motoristas continuam insistindo no erro. Erro este que impacta diretamente nas restrições que o seguro do veículo pode ter.
Dessa maneira, a Aida organizou nesta quarta-feira (19), um evento para debater as principais causas que leva a seguradora a não fazer o pagamento de indenização ao segurado.
De acordo com especialistas, a seguradora não tem a obrigação de reparar os danos de um acidente caso o condutor esteja embriagado, desde que se comprove que a colisão não foi culpa do cliente.
Ney Wieddemann Neto, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grade do Sul (TJRS), afirmou que, na maioria das vezes, a empresa de seguros trabalha com argumentos do seu cliente e de testemunhas do caso. “A seguradora não tem a oportunidade de acompanhar o acidente no ato. Ele trabalha, unicamente, com base nos argumentos do cliente”.
Segundo Wieddmann houve casos em que, por meio de laudos médicos, era fácil de se comprovar a embriaguez do seguro. No entanto, compete a ele comprovar que a causa do acidente foi por culpa de terceiros.
“Vislumbro o corretor de seguros. Ele é um personagem muito importante como figura informativa. Depois que o sinistro acontece, é importante que o cliente saiba de que maneira agir”, finaliza o desembargador.
Quando o caso for para o judiciário, de que maneira comprovar que o uso do álcool teve relação total com o sinistro? O advogado de seguros, Lucas Renualt Cunha colocou em pauta essa indagação e observou que o exame do bafômetro, de sangue e de testes clínicos são as provas mais sólidas para provar o tamanho do risco.




Dr. Mariana Giuampaulo, Dr. Roberto Angotti, Dr. Lucas Renualt e desembargador Ney Wieddemann Neto
“Esses fatores permitem que a seguradora possa levar ao juiz o quanto aquela dose de álcool impactou no acidente (…) as empresas sempre usam esse método no julgamento”, lança o advogado.
Uma vez comprovado que o condutor estava alcoolizado na hora do acidente, cabe a ele comprovar que a sua situação não teve nada a ver com o sinistro.
Renualt registrou a opinião de alguns especialistas sobre a jurisprudência desses casos. “Muitos entendem que para o entendimento literal do artigo, quando uma pessoa entra no carro embriagado, ela já não tem direito de seguro algum”.
Outro fator que aumenta o risco é a condução do veículo por terceiros. Em alguns casos, quem aparece como segurado não é o principal motorista do automóvel. Então, deve-se informar a seguradora o real condutor.
“A identificação do principal condutor é essencial para presunção do risco. É necessário avaliar quem está conduzindo o veículo”, pondera o advogado, Roberto Angotti.



http://revistasegurototal.com.br/acidente-de-transito-por-embriaguez-gera-nao-pagamento-de-indenizacao-da-seguradora/