sábado, 15 de julho de 2017

Saiba quais são as 5 motos mais roubadas


Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em setembro de 2015, uma fatia de 17,7% da frota de veículos da região Sudeste é composta por motos. É muita motocicletarodando por aí, não é mesmo? E, com a grande violência dos centros urbanos, é alto também o número de roubos desses veículos. Confira, no post de hoje, quais são as motos mais roubadas!

O roubo de veículos no país


De acordo com levantamentos que averíguam os furtos e os roubos de veículos, houve, na região Sudeste, um aumento significativo nas ações criminosas em relação ao ano passado. Dados da Superintendência de Seguros Privados mostram que, na Grande São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, o índice de roubos e furtos subiu 16,5%, 15,3% e 3,2%, respectivamente.
Em relação às motocicletas, o índice de roubos foi o maior no país no primeiro semestre de 2014. De acordo com o Denatran, as motos representavam 22,2% do total da frota de veículos brasileiros. Dessas motos, 5.232 foram roubadas entre janeiro e junho de 2014.
Esse alto índice acontece devido a grande facilidade que os assaltantes têm em tomarem para si estes veículos, posteriormente desmontando-os e vendendo as suas peças, como na maioria dos casos.

As cinco motos mais roubadas

Na cidade de São Paulo, foi feito um levantamento, no primeiro semestre de 2014, acerca das ocorrências de roubos de motos. Nesta pesquisa, há uma lista com os cinco modelos motosmais roubadas:



Yamaha YS 250cc Fazer






Honda CG 150cc











Honda CB 300R












Honda XRE 300cc









Honda CG 125cc.







Esse levantamento demonstra que, na cidade de São Paulo, as motos mais roubadas são aquelas que possuem menos cilindradas, por serem mais comuns e fáceis de desmontar.
A mesma situação ocorre em outra pesquisa realizada em nível nacional pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros, na qual a moto mais roubada é a Honda CG 125cc — sendo essa também a moto mais vendida no Brasil.

A importância do seguro


É perceptível o quanto as motos são visadas por ladrões não apenas no território nacional como um todo, como também na região sudeste. A solução para este problema torna-se, obviamente,segurar esses veículos.

Os modelos de motos mais roubadas costumam ter, em grande parte das Seguradoras, um valor de apólice maior por causa do grande interesse dos criminosos.
Nem por isso, deve se encarar o alto índice de roubos para um modelo específico de moto como um problema na hora de fazer seu seguro e deixá-lo sem cobertura correndo um risco de umprejuízo maior.

Hoje no mercado de seguros existem 
Seguradoras que oferecem coberturas parciais para Furto e Roubo. Optar por este tipo de proteção pode ser também, uma ótima escolha para o seu veículo, já que estas Seguradoras específicas, possuem um valor de adesão bem maisacessível, oferecendo á você garantias de proteção para o que é essencial.
Vale lembrar, mesmo sendo as motos mais roubadas, não significa que os proprietários terão prejuízo eterno. Uma vez que esses veículos têm seguro, a infelicidade de ser roubado ou furtado será apenas momentânea, já que esta é uma situação totalmente coberta pelasSeguradoras.
Agora que você já sabe quais são as cinco motos mais roubadas, conte para a gente:
Você é proprietário de algum desses modelos? O que faz para proteger o seu veículo? Pensa em adquirir outro tipo de motocicleta? Se esta sem cobertura, não é melhor contratar uma proteção? Deixe um comentário! ou   Solicite um Orçamento, por e-mail celular ou pelo whatsapp 

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fonte: http://blog.suhaiseguradora.com/saiba-quais-s%C3%A3o-as-5-motos-mais-roubadas




Carros que são menos visados pelos ladrões


Na hora de comprar um carro, você provavelmente escolhe primeiro o modelo que mais te agrada, certo? As opções são inúmeras e variam desde a cor, o modelo e a marca e tamanho.
Com toda a violência acometendo os centros urbanos, também é preciso ainda escolher um automóvel de acordo com a segurança. O motorista pode e deve analisar o tipo de carro menos visado pelos ladrões. Acredite, é isso mesmo.
Alguns levantamentos apontaram quais os tipos de carros que interessam menos aos bandidos.
Assim, como um cliente interessado em adquirir um automóvel escolhe seu veículo já pensando na facilidade de revenda, os ladrões também visam roubar automóveis que serão mais facilmente repassados por terem uma maior procura pelos receptadores.
Quando alguém tem seu carro furtado em um estacionamento com centenas de outros automóveis e muitos até mais acessíveis, é comum ficar se perguntando o porquê de ter sido a vítima da vez.
A resposta da polícia é que o bandido visa os automóveis que darão mais trabalho para serem localizados pela polícia, mas também ficam de olho naqueles que lhes serão úteis para algum outro crime.
Veja agora algumas características que tornam um veículo desinteressante para os ladrões e, que, por isso, são menos visados.

Menos populares


Como o objetivo do ladrão é repassar o carro roubado adiante ou tirar peças para vender, os carros menos populares são menos visados por essa razão. Muitas vezes também o roubo é sob encomenda, logo tem que ser um modelo específico que raramente vai estar entre os menos vendidos.

Mais básicos

Os carros sem acessórios possuem um valor menor de revenda, pois não chamam muito a atenção dos bandidos, que optam pelos mais equipados por causa do lucro que serve tanto com o repasse do automóvel, quanto para o desmonte por causa de todas as peças extras que vai ter para revender.

Rodas comuns

Segundo a polícia, o principal item de um veículo para os ladrões são as rodas. Às vezes só elas são levadas. A razão para isso é que esse item é bem fácil de ser revendido, os receptadores estão por toda parte interessados em adquirir rodas seminovas e com clientes à espera. Logo, se são rodas comuns fica fora do interesse do bandido.

Travas manuais

O ladrão tem pressa e quer facilidade, quando o carro tem trava manual, ele é descartado pela dificuldade para ser levado

Sem acessórios externos

Acessórios externos chamam mais atenção por serem um alvo fácil e vendável no mercado negro. Então, se seu carro é mais básico, sem esses itens como estepe externo e estribos, por exemplo, o risco de ser levado é menor, principalmente se o ladrão tiver outra opção mais valiosa. 

Som de fábrica

Esse tipo de som não é interessante para ser levado porque é mais difícil de ser repassado.

Insulfilm

Esse item dificulta a visão do interior do veículo e o ladrão se desinteressa por não querer se arriscar por nada.

Importados ou de alto valor

Os carros muito caros não são muito requisitados para roubos por dois motivos básicos: primeiro, porque são muito visados e o ladrão corre o risco de chamar a atenção ao dirigir um veículo importado. Depois por todo o sistema de segurança que esse tipo de carro possui, aumentando muito o grau de dificuldade de executar o furto e diminuindo as chances de fuga.

Além do que, dificilmente modelos importados e muito caros encontram espaço para uma venda ilegal.

Cores mais chamativas

Como fica mais fácil de se identificar uma cor colorida, não é interessante ser roubado.

Picapes e SUVs movidos a gasolina

As Picapes e SUVs são menos visados por que são movidos a gasolina e não diesel.

Na hora de fazer um seguro auto, vai ser levado em conta a visibilidade do carro para os ladrões e carros com itens, como acessórios, rodas chamativas e populares possuem o seguro mais caro.


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Seguro Suhai

O seguro da Suhai é uma excelente alternativa para proteção contra furto e roubo de veículos (carros e motos), principalmente dos mais visados. A seguradora facilita o contrato oferecendo até 80% de economia em relação ao seguro completo e um perfil simplificado, facilitando a contratação. Procure um corretor e faça uma cotação sem compromisso da Suhai!

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

97% dos proprietários de motos não possuem seguro no Brasil

O número de motos rodando pelas estradas em todo o país vem aumentando dia a dia. Atualmente são mais de 18 milhões e os motivos são simples: é um veículo mais barato inclusive para manutenção; mais economia na hora de abastecer; facilita muito o deslocamento, principalmente nas cidades grandes onde o trânsito é caótico, mas também é muito útil em cidades interioranas e tem sido ferramenta de trabalho para muitos setores da economia.
É interessante apontar que, apesar de tantos motociclistas rodando por aí seja para ir ao trabalho e à escola, seja para lazer ou mesmo como profissão, a moto é o meio transporte mais perigoso e, ao contrário do que se possa pensar, a grande maioria não faz seguro e muitos sequer pagam o DPVAT, que é o seguro obrigatório.
Fazer seguro é a garantia de evitar aborrecimentos em casos de acidentes, roubos e furtos. O condutor tem, pelo menos os danos materiais compensados, o que já é muito pensando no lado dos custos com consertos, trocas de peças além dos gastos com uma vítima de acidente.
Saiba porque 97% dos proprietários de motos não possuem seguro no Brasil:

Preço alto


Fazer um seguro de moto não custa pouco. Geralmente sai bem mais caro que um seguro para automóvel. O valor do seguro costuma ser maior que o de possíveis consertos e, dependendo do modelo e do perfil do proprietário, sai mais barato comprar uma motocicleta nova.

Seguradora que não aceita motos

Muitas são as seguradoras que não aceitam contrato com motos.Existe a política de aceitação de risco onde é estabelecido que motos com menos de 250 cilindradas não podem ser seguradas. É preciso procurar muito e negociar bem quando encontrar uma seguradora disposta a fechar negócio e, para isso você precisa andar bastante e saber o que exatamente quer.

Motos usadas para fins comerciais

As motos usadas para prestação de serviço, como entregador, mototáxi, Office boy, custam ainda mais caro para o motoqueiro por causa da finalidade. Nesse caso, usa-se bem mais, correndo maiores riscos tanto de acidentes como de ser roubada. Também são mais visadas pelos bandidos pela facilidade de levá-las.
Sabe-se que existem por volta de 15 milhões de motos que estão rodando em todo o Brasil. dessas, 97% não possuem seguro. Estudos apontam que somente na região sudeste são aproximadamente 6 milhões de motos, sendo 1,5 milhão acima de 250 cilindradas. Esses modelos acima das 250 cc são as motos que são aceitas pelas seguradoras que aceitam trabalhar com esse veículo.
Sendo assim, os motivos que fazem esse 1,5 milhão de motoqueiros não buscarem um seguro para seus bens são mesmo o alto valor que não compensa o custo/benefício e a dificuldade em encontrar uma empresa que cubra a moto.

Seguro Suhai como alternativa

Se você tem uma moto e está pensando em permanecer com ela, visando mais tranquilidade; uma opção é a Suhai Seguradora. O motivo é simples: a Suhai tem como foco clientes que não são aceitos por outras seguradoras oferecendo seguros de acordo com sua necessidade e poder aquisitivo, sendo uma boa opção para donos de motos.
Esse é o seguro alternativo que cobre furto e roubo e oferece assistência técnica permanente, podendo contar com serviços como reboque, mecânico e chaveiro, sem restrição de perfil. Tudo isso pode custar ao segurado até 80% menos que as seguradoras tradicionais.
Logo vale a pena conferir essas e outras vantagens conhecendo a Suhai e tudo o que a empresa tem a te oferecer promovendo satisfação e serviço de qualidade por preço que cabem em qualquer bolso. Afinal, tranquilidade e segurança não tem preço.
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Acidente de trânsito por embriaguez gera não pagamento de indenização da seguradora

Companhia de seguros não é obrigada a pagar o reembolso caso o condutor esteja embriagado


Já não é de hoje que os brasileiros são alertados sobre o paradoxo entre álcool e direção. Quem nunca ouviu a frase “Se beber não dirija”? Mesmo com as constantes orientações, alguns motoristas continuam insistindo no erro. Erro este que impacta diretamente nas restrições que o seguro do veículo pode ter.
Dessa maneira, a Aida organizou nesta quarta-feira (19), um evento para debater as principais causas que leva a seguradora a não fazer o pagamento de indenização ao segurado.
De acordo com especialistas, a seguradora não tem a obrigação de reparar os danos de um acidente caso o condutor esteja embriagado, desde que se comprove que a colisão não foi culpa do cliente.
Ney Wieddemann Neto, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grade do Sul (TJRS), afirmou que, na maioria das vezes, a empresa de seguros trabalha com argumentos do seu cliente e de testemunhas do caso. “A seguradora não tem a oportunidade de acompanhar o acidente no ato. Ele trabalha, unicamente, com base nos argumentos do cliente”.
Segundo Wieddmann houve casos em que, por meio de laudos médicos, era fácil de se comprovar a embriaguez do seguro. No entanto, compete a ele comprovar que a causa do acidente foi por culpa de terceiros.
“Vislumbro o corretor de seguros. Ele é um personagem muito importante como figura informativa. Depois que o sinistro acontece, é importante que o cliente saiba de que maneira agir”, finaliza o desembargador.
Quando o caso for para o judiciário, de que maneira comprovar que o uso do álcool teve relação total com o sinistro? O advogado de seguros, Lucas Renualt Cunha colocou em pauta essa indagação e observou que o exame do bafômetro, de sangue e de testes clínicos são as provas mais sólidas para provar o tamanho do risco.




Dr. Mariana Giuampaulo, Dr. Roberto Angotti, Dr. Lucas Renualt e desembargador Ney Wieddemann Neto
“Esses fatores permitem que a seguradora possa levar ao juiz o quanto aquela dose de álcool impactou no acidente (…) as empresas sempre usam esse método no julgamento”, lança o advogado.
Uma vez comprovado que o condutor estava alcoolizado na hora do acidente, cabe a ele comprovar que a sua situação não teve nada a ver com o sinistro.
Renualt registrou a opinião de alguns especialistas sobre a jurisprudência desses casos. “Muitos entendem que para o entendimento literal do artigo, quando uma pessoa entra no carro embriagado, ela já não tem direito de seguro algum”.
Outro fator que aumenta o risco é a condução do veículo por terceiros. Em alguns casos, quem aparece como segurado não é o principal motorista do automóvel. Então, deve-se informar a seguradora o real condutor.
“A identificação do principal condutor é essencial para presunção do risco. É necessário avaliar quem está conduzindo o veículo”, pondera o advogado, Roberto Angotti.



http://revistasegurototal.com.br/acidente-de-transito-por-embriaguez-gera-nao-pagamento-de-indenizacao-da-seguradora/

Seguro não é coisa de rico, Seguro de vida é um ato de amor para quem você ama.

Seguro de vida, seguro residencial não é coisa de rico, Seguro é proteção é tranquilidade para lhe ajudar no pior momento de sua vida e daqueles que você ama. Seguro é um ato de amor para quem você ama.

Seguro não é coisa de rico, seguro é para pobre, seguro é para todos.
Seguro de vida, residência ou empresa é mais barato que você pensa, e 
irá protegê-lo de imprevistos.

Se algum dia você já conversou sobre seguro de vida, deve ter ouvido as frases mais comuns como "isso é pra rico" ou "pra que fazer um seguro de vida se não tenho nada". Essa visão do seguro de vida é uma das mais equivocadas e vale a reflexão se esse produto é mesmo somente para quem já possui um patrimônio razoável.

Antes de mais nada é preciso esclarecer qual o bem que o seguro de vida protege.

Todo e qualquer seguro tem o objetivo de repor um bem, um patrimônio, no seguro de vida não é diferente. Porém, muitas pessoas se confundem sobre qual o bem protegido e tendem a pensar que é a vida de quem contrata o seguro, quando não é.

Cada vida é infinitamente e igualmente importante. Não há valor patrimonial ou financeiro que compense a ausência de um ente querido. Qualquer vida tem um valor inestimável e incalculável.

Mas, a renda que aquela pessoa produz, não. Essa renda é facilmente percebida e calculada e, é esta renda que se protege com uma apólice de seguro de vida. Na ausência da pessoa, a renda cessa e sua família sofre um prejuízo patrimonial mensal não podendo mais contar com aquele valor que lhes ajudava a garantir o sustento.


Portanto, o primeiro passo é deixar de pensar no seguro de vida como um proteção à própria pessoa e passar a considerá-lo como uma proteção à renda e à família de quem o contrata, pois é isso que ele é.



Se o objetivo do seguro é garantir a manutenção dos custos de vida para uma família na ausência de uma das pessoas que colaborava com composição da renda, será que quem mais precisa desta proteção são famílias de alto poder aquisitivo e com muitos patrimônios ou famílias de baixo poder aquisitivo e sem patrimônio constituído?

Pra qual das famílias uma indenização que corresponda, por exemplo, a dez anos de renda mensal fará mais diferença? Será que é a família que possui muito patrimônio e tem a opção de vender alguns bens para manter o padrão de vida ou será a família que irá sentir o impacto no próximo mês ao ir no supermercado e não poder mais contar com a renda de um pai ou de uma mãe?

Muitas famílias que ainda não possuem uma condição financeira completamente estável e confortável batalharam muito para poder comprar um imóvel, um automóvel ou ter algum dinheiro guardado. Os pais dessas famílias lutam diariamente para dar aos seus filhos condições que eles mesmos nunca tiveram. Será que eles gostariam de ver sua família ter que vender esse pouco patrimônio duramente conquistado para quitar contas e garantir coisas básicas como comida e vestuário?

As pessoas que mais precisam proteger suas rendas através de um seguro de vida, são exatamente aquelas que mais dependem dessa renda para manter suas vidas. Estas famílias terão a oportunidade, através de um seguro de vida, de continuar a acumular patrimônio e prover, cada dia mais, um padrão de vida mais confortável para seus filhos, netos, e todas as gerações que virão


Isso não quer dizer que famílias de alta renda não precisem também dessa proteção, um exemplo disso é que muitas famílias que possuem diversos bens se vêem acuadas com as custas de inventário  e, uma indenização bem dimensionada pode dar um fôlego para atravessar esse processo.

Por isso, não importa a renda ou a composição de sua família, se você se preocupa com ela, procure seu Corretor de Seguros e entenda quais as opções para protegê-los. 

Seguro de vida é um dos maiores atos de amor que você pode praticar por eles, pois é ele que vai ajudar quem você mais ama, se um dia você mesmo não puder mais fazer isso.


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Afinal, quais são os carros mais roubados no Brasil?

Dizer que o brasileiro é apaixonado por carro pode ser clichê, mas é uma grande verdade. O problema é que entre os tantos apaixonados também estão os ladrões, que se apaixonam pelos carros dos outros.
Com isso, de acordo com o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, entre 2014 e 2015, mais de um milhão de veículos foram roubados ou furtados no Brasil. Os dados desse levantamento, que é o mais recente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, indicam que um carro é roubado ou furtado a cada minuto no país.
Mas, afinal, quais são os carros mais roubados no Brasil? Confira o ranking obtido em levantamento que fizemos a partir do Índice de Veículos Roubados (IVR) da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Carros mais roubados no Brasil: metodologia

Como são muitas as variáveis, o levantamento considera os modelos nacionais de passeio em produção que estavam segurados e foram roubados no segundo semestre de 2015, conforme o último relatório do Sistema de Estatísticas de Automóveis da Susep (Autoseg), considerado pelo IVR.
O IVR divide o número de sinistros ocorridos pelo número de carros expostos. Sendo assim, o ranking foi ordenado do maior para o menor IVR e não pelo número de sinistros ocorridos.
Confira os campeões de roubo!

1º lugar:

O compacto da Hyunday tem uma carreira brilhante no ranking dos carros mais roubados. Ele saltou do 10º lugar onde estava no primeiro semestre de 2015 para a liderança absoluta na preferência dos ladrões.
Dos pouco mais de 122 mil HB20s segurados, 2037 foram roubados ou furtados de seus donos, apresentando IVR de 1,67%.
Produzido no Brasil desde 2012, o carro entrou no país com a proposta de ser a versão mais popular da Hyunday. Com versões que vão de R$55 mil a quase R$64 mil, o carro agrada bastante o público jovem e também os amigos do alheio.

2º lugar:

A versão sedan do Gol foi produzida com grande sucesso no Brasil entre 1981 e 1996. Descontinuado por 12 anos, ele retornou ao mercado em 2008, atraindo a atenção do público e dos ladrões. Tanto que dos cerca de 110 mil Voyages segurados, 1584 foram roubados, de acordo com o relatório do Autoseg, colocando o IVR do veículo em 1,44%.
O compacto da Volkswagen chegou ao mercado inteiramente renovado, cativando o interesse de famílias, com filhos pequenos. Desde que foi lançado, o carro passou por alguns facelift. O modelo 2017 recebeu a mesma frente do novo Gol e também a motorização do Up, com motor três cilindros.
Os preço parte dos R$41 mil.

3º lugar:

O Fiat Palio Weekend é uma versão station wagon do tradicional Palio. Lançado no Brasil em 1997 o carro recebeu várias motorizações e modelos robustos, com acessórios aventureiros. Mesmo assim, é um carro muito procurado por famílias. O preço inicial é de R$57 mil.
O IRV do Weekend é de 1,38%. Dos quase 54 mil carros segurados, 785 foram roubados.

4º lugar:

Os ladrões gostam mesmo de Fiat. Tanto que roubaram 1003 dos cerca de 74 mil desses modelos que foram segurados, colocando o IRV na marca de 1,36%.
Com preços a partir de R$46 mil, na motorização 1.4, o Palio está em produção no Brasil desde 1996. O carro tem um apelo jovem e costuma ser o primeiro veículo de muitos consumidores.

5º lugar: Volkswagen Fox acima de 1.0

Vendido na América Latina e na Europa, o Fox está em produção no Brasil desde ano 2000 e já passou por várias transformações. O hatchback tem versões de duas e de quatro portas e está na terceira geração, que foi inspirada no primo alemão Golf Mark VII.
Com preços a partir de R$50 mil na motorização 1.6, o Fox teve 1249 unidades roubadas, das mais de 95 mil unidades seguradas, marcando um IVR de 1,31%

6º lugar: Volkswagen Gol acima de 1.0

O icônico Gol está em produção no Brasil desde 1980. Depois do Fusca, é considerado o maior sucesso da Volkswagen. Já foram produzidas cerca de 9 milhões de unidades do Gol, que também é muito querido pelos ladrões.
Tanto é assim que 1.014 Gols dos mais de 81 mil segurados foram roubados, colocando o IVR na marca de 1,25%.
Na motorização 1.6, o preço do carro parte de cerca de R$41 mil.

Fique fora da estatística 



São muitos os fatores que contribuem para que um carro seja roubado, porém, a maior parte deles pode ser evitada. Há casos em que o descuido é determinante para que um roubo ocorra. Em outras situações, a falta de equipamentos de proteção pode contribuir para que haja a ocorrência, mas independente destas e outras ações, para que não haja perdas irreparáveis, a melhor solução ainda é o seguro. 
Segue abaixo alguns cuidados básicos podem diminuir as situações de risco.

Atitudes


Procure sempre verificar se o seu carro está realmente trancado e não confie completamente nos sistemas automáticos de trava, que podem falhar.
Quando chegar à sua casa, principalmente no período da noite, observe se na rua não existe alguma movimentação estranha. Em caso de suspeita, continue dirigindo até encontrar uma unidade policial que possa lhe atender.
Instalar câmeras de segurança do lado externo do imóvel também ajuda. Assim, antes de sair da garagem, é possível observar se não existem possíveis ladrões rondando a região.
Adicionalmente, procure não parar em ruas mal iluminadas e em pontos muito distantes do local aonde você vai. Se possível, prefira estacionamentos pagos, onde seu carro ficará mais protegido.
Por fim, andar com a chave do carro na mão é um ótimo chamariz para os ladrões. Portanto, procure não fazer isso. 

Equipamentos

Sistemas de alarme, travas e sistemas de corte de combustível podem ajudar a evitar roubos, muitas vezes como inibidores. O uso de rastreadores também favorece a procura do carro, em alguns casos, caso o roubo seja inevitável, mas vale ressaltar que esse tipo de equipamento é útil, pode ajudar na recuperação do bem, mas suas chances reais de localização não passam de 50%.


Faça seguro

De fato, existem situações em que não há como evitar que o roubo aconteça. Mesmo com todos os cuidados e com todos os equipamentos instalados, o ladrão pode encontrar uma oportunidade para agir, inclusive com o uso de arma e de violência.
Sobretudo, jamais reaja em circunstâncias como essa. É muito mais sensato fazer um seguro automotivo.
Se você tiver um seguro completo para seu veículo, haverá a tranquilidade de que todo o prejuízo que você tiver com um roubo será indenizado pela apólice, mas caso não consiga fazer um seguro com todas as coberturas, seja pelo preço alto ou até mesmo pelo modelo do seu veículo não ser aceito nas seguradoras tradicionais, melhor que arriscar a sorte deixando seu veículo apenas com alguns equipamentos antifurto, é fazer um seguro de cobertura de Furto e Roubo, seguro este que garante a indenização do seu bem, caso ele não seja localizado num eventual sinistro.

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